De como podem os sócios optar pela extinção do seu clube
Flutua amiúde a ideia de que Rui era a melhor proposta para assumir a coisa, face à falta de qualidade dos outros candidatos. Bem, é fácil desmontar esse sofisma. Um médico do exército cujas credenciais em gestão passavam por ter estado em 'teatros de guerra' (ele próprio afirmou isto nas primeiras eleições) e um treinador-adepto que ganhou uma Taça da Liga em Inglaterra, um campeonato e uma taça na Rússia, uma Superliga e uma Taça na China, com investimentos estratosféricos no Chelsea e no Tottenham, têm dado a Rui, um baile no que concerne ao frutabol português. No caso do segundo, para que não nos impressionemos, e apesar de ter feito em 2023 um MBA na Columbia Business School, deve o seu sucesso como treinador ao culminar dos processos mafiosos do tipo que veio a destronar, a terra lhe seja pesada, e do facto de um macaco ter malhado nuns juízes numa assembleia do clube da fruta. É portanto de justa voz que seja apelidado de o 'venturoso'. Por incrível que pareça...










