João Gabriel dixit
"Indignação performativa O permanente 'agarrem-me senão eu vou' — para depois ficar tudo na mesma, ou até recuar — passou a ser a marca desta direção do SL Benfica e do seu presidente. Quando um clube com a dimensão do Benfica ameaça, mas não age em conformidade, o efeito é o inverso: o clube fica preso a um ciclo estéril de indignação performativa para consumo externo. Em maio de 2025, após a final da Taça de Portugal e depois de um erro de arbitragem grosseiro que adulterou o resultado do jogo, o Benfica assumiu uma das posições mais duras dos últimos anos. Anunciou participações disciplinares, exigiu áudios do VAR, ameaçou recorrer a instâncias internacionais e suspendeu — supostamente — a colaboração com processos estruturantes do futebol português. Parecia um momento de rutura. Parecia, mas não foi. Foi um 'basta' inflamado, mas absolutamente inconsequente. Rui Costa: «Não podemos aceitar o castigo inqualificável a Mourinho por factos que comprovadamente não a...






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