4 anos depois de 2022
A fazer 2022
1- Substituir DSO, desde o episódio da boda, que já devia ter guia de marcha, existem Benfiquistas mais que competentes para essa função. Rui Costa, cometeste um erro ao elevá-lo a um estatuto que nunca deveria ter.Ninguém votou nele, votaram em ti. Tu és o Presidente do Clube, ele é um funcionário, pago. As declarações dele, devem ser limitadas, pode falar do que entender para os media, enquanto indivíduo, mas nunca da entidade que lhe paga o salário, e os casamentos dos descendentes. (FEITO!)
2- Retirar do Seixal, todos os que não sejam adeptos do SLB. Todos. Se somos 6 milhões, não falta gente capaz que tenha o clube no coração. Pode não fazer sentido para muitos, para mim e para o saudoso 3º anel, faz toda a diferença.
3- Substituir Pedro Pinto, é uma jóia de pessoa, mas não serve para o lugar que ocupa. Não podemos ter cordeiros a lidar com cães raivosos. Contratar alguém com características necessárias para a dita função, que proteja o grupo, e o clube a uma só voz.
4 – Pedir a todos os adeptos e simpatizantes do SLB que evitem participar em programas televisivos dos operadores portugueses. O SLB deve retirar-se totalmente desse meio inquinado e lodoso. Os órgãos de comunicação oficial do Clube, são a BTV, o nosso jornal, e a rádio. A comunicação deve ser feita a partir desses meios, exclusivamente. Nada de entrevistas, exclusivos, nada, nos jornais e programas que nada mais fizeram que enxovalhar o Clube e passar desinformação.
5 - Quebrar relações com liga e fpf e exigir demissões. Auscultar junto da UEFA a possibilidade de aderir a outra Liga europeia. Antes em condições de igualdade numa Liga de gigantes, que bombo da festa numa liga de anões e corruptos. Levar esta questão a AG, e aferir esta possibilidade. O futebol português tem metástases, a única forma de salvar o corpo do nosso Clube, é retirá-lo daqui. É uma pena de facto.
6 - Não centralizar direitos televisivos, nem tomar postura alguma que nivele artificialmente, como foi feito nos contractos televisivos, clubes de diferente dimensão. É inadmissível dar a mão a quem nos tem feito tanto mal. Isto não é arrogância ou mania de grandeza. Enquanto o SLB ainda tiver a dimensão que tem, não deve dar de comer aos já citados inimigos.
7 - Exigir controlo antidoping em todos os jogos.
8 - Árbitros estrangeiros, com sorteio, e corte de relações com a arbitragem ‘nacional’. Pedir à UEFA o sorteio dos árbitros, por virtude de viciação sistemática de resultados.
9 - VAR com áudios públicos.
10 - Não emprestar jogadores em Portugal, e não comprar jogadores a clubes portugueses. Articular com as casas do SLB, a visualização de jogos, fora dos estádios por este país fora, de forma a não alimentar quem tanto mal recebe e trata os Benfiquistas. Não podemos alimentar todos estes clubes com alianças claras, todas estas instituições, onde a maioria dos intervenientes é de fora ou de Lisboa, ou de toda a região Sul. Não é uma curiosidade, é um facto. Emprestar ou ceder jogadores a clubes portugueses, apenas alimenta esta subserviência a interesses que prejudicam o desejo de igualdade de tratamento para com o SLB. Além de que motiva os que não tiverem oportunidade de singrar na equipa principal, a fazerem as exibições da sua vida contra o Clube que os formou.
11- Aferir da possibilidade improvável, de cotar o SLB noutra bolsa que não a portuguesa. Perante os casos de violação de correspondência electrónica, acesso a documentação sigilosa, relatórios de jogadores do scouting, perdões de vmocs, a CMVM nada fez em relação a este tipo de favorecimento, em detrimento do nosso Clube. O que foi feito não é apenas do foro criminal, mas também de práticas de concorrência desleal e espionagem 'industrial'.
12- Exposição à UEFA destes últimos anos e contestar campeonatos e concorrência desleal. Como é possível que certos clubes não desçam de divisão como está estatutariamente definido, por causa de recurso a tribunais não previstos nas vias processuais habituais? Como é possível haver agressões sistemáticas e repetidas, a jornalistas, staff do nosso clube, jogadores e dirigentes, sempre que há deslocações a certos estádios? Como é possível nada acontecer, nada mudar, em 2022, continuamos a ver a mesma barbárie que nos anos 90.
Foi feito menos de 10%.



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