O que esconde Rui Costa, e porque permite a guerra ao Benfiquismo?

 



O caso recente da criança impedida de entrar num recinto desportivo, é só mais um episódio no longo historial de anti benfiquismo que grassa de Norte a Sul deste país.

Não, não é mania de perseguição, o Benfiquismo está sob ataque. E por Benfiquismo denota-se a atitude de celebração da empatia a um clube de desporto de nome Sport Lisboa e Benfica.

O Benfica é o clube com mais adeptos em Portugal e no Norte, e no entanto, no Norte de Portugal, que é mais vasto que a região metropolitana do Porto, é onde é mais perseguido, discriminado.

Na Invicta, bela, e magnífica cidade do Porto, o Sport Lisboa e Benfica é o clube mais representativo.

Isto dana os canalhas que pretendem a toda a força reduzir a expressividade do Benfica, em detrimento de outros clubes.

Com base nesta intenção, socorrem-se de todos os meios, incluindo teorias racistas para com concidadãos do mesmo país. Se esta República não estivesse corrupta até ao tutano, determinados actos de divisionismo e xenofobia, seriam seriamente penalizados. 


Os canalhas não perdem a oportunidade de usar a carta do divisionismo, do ódio à capital, para fundamentar as suas intenções e delas retirar proveito.

É assim nas regiões autónomas, é assim com qualquer pobre de espírito que caía na função de autarca.

Com total impunidade, pois o poder central nada faz, para não ser acusado de reprimir o crime continuado, e assim dando razão ao criminoso.


Na Constituição da República Portuguesa pode-se ler: 

Artigo 2.º

Estado de direito democrático

A República Portuguesa é um Estado de direito democrático, baseado na soberania popular, no pluralismo de expressão e organização política democráticas, no respeito e na garantia de efetivação dos direitos e liberdades fundamentais e na separação e interdependência de poderes, visando a realização da democracia económica, social e cultural e o aprofundamento da democracia participativa.


E também: 

Artigo 3.º

Soberania e legalidade

1. A soberania, una e indivisível, reside no povo, que a exerce segundo as formas previstas na Constituição.
2. O Estado subordina-se à Constituição e funda-se na legalidade democrática.
3. A validade das leis e dos demais atos do Estado, das regiões autónomas, do poder local e de quaisquer outras entidades públicas depende da sua conformidade com a Constituição.


Artigo 6.º

Estado unitário

1. O Estado é unitário e respeita na sua organização e funcionamento o regime autonómico insular e os princípios da subsidiariedade, da autonomia das autarquias locais e da descentralização democrática da administração pública.

2. Os arquipélagos dos Açores e da Madeira constituem regiões autónomas dotadas de estatutos político-administrativos e de órgãos de governo próprio.


Artigo 9.º

Tarefas fundamentais do Estado

São tarefas fundamentais do Estado:


b) Garantir os direitos e liberdades fundamentais e o respeito pelos princípios do Estado de direito democrático;

Direitos e deveres fundamentais

TÍTULO I

Princípios gerais

Artigo 12.º

Princípio da universalidade

1. Todos os cidadãos gozam dos direitos e estão sujeitos aos deveres consignados na Constituição.

Artigo 18.º

Força jurídica

1. Os preceitos constitucionais respeitantes aos direitos, liberdades e garantias são diretamente aplicáveis e vinculam as entidades públicas e privadas.

2. A lei só pode restringir os direitos, liberdades e garantias nos casos expressamente previstos na Constituição, devendo as restrições limitar-se ao necessário para salvaguardar outros direitos ou interesses constitucionalmente protegidos.

3. As leis restritivas de direitos, liberdades e garantias têm de revestir carácter geral e abstrato e não podem ter efeito retroativo nem diminuir a extensão e o alcance do conteúdo essencial dos preceitos constitucionais.


Artigo 21.º

Direito de resistência

Todos têm o direito de resistir a qualquer ordem que ofenda os seus direitos, liberdades e garantias e de repelir pela força qualquer agressão, quando não seja possível recorrer à autoridade pública.

Artigo 22.º

Responsabilidade das entidades públicas

O Estado e as demais entidades públicas são civilmente responsáveis, em forma solidária com os titulares dos seus órgãos, funcionários ou agentes, por ações ou omissões praticadas no exercício das suas funções e por causa desse exercício, de que resulte violação dos direitos, liberdades e garantias ou prejuízo para outrem.

Artigo 45.º

Direito de reunião e de manifestação

1. Os cidadãos têm o direito de se reunir, pacificamente e sem armas, mesmo em lugares abertos ao público, sem necessidade de qualquer autorização.

2. A todos os cidadãos é reconhecido o direito de manifestação.


Qualquer discriminação a partir da simpatia clubistíca, é anti constitucional. 

É proibido, mesmo que alegando factores de insegurança, privar o cidadão dos adereços relativos a essa mesma simpatia.

Sempre que as autoridades fazem vista grossa a este tipo de obrigações legais, passam a não cumprir a sua função e portanto são corruptas, incorrendo na ilegalidade, por via da sua acção.


Como é que é possível, que as forças da autoridade, por 'imperativos de segurança', continuem a vedar o acesso dos Benfiquistas à zona dos Aliados, favorecendo os cidadãos incumpridores, cuja acção visa limitar a liberdade de circulação de outros?


Como é que é possível que em recintos públicos, sob os tais 'imperativos de segurança' se continua a vedar a livre expressão e a utilização da indumentária relativa ao clube de simpatia?

A liberdade de circulação e festejo, é limitada na cidade do Porto. Usa-se o justificativo do tradicional, para justificar o acantonamento dos Benfiquistas na Boavista, por 'motivos de segurança', leia-se, incapacidade e falta de vontade por parte da PSP do Porto em fazer cumprir a Constituição da República e em deter quem quer que seja que tente cercear a liberdade alheia. 

E isto apesar de os adeptos portistas poderem festejar onde entenderem, em Lisboa.


(cortesia JN)

A PSP do Porto tem diferente interpretação da Constituição Portuguesa? 

Porque, como se justifica esta diferença de tratamento, de discriminação, para com cidadãos com igualdade de direitos?

(cortesia RTP)


Quem manda na PSP do Porto, a Constituição ou a filiação clubística?

No video que se segue, vemos uma carga policial sob prevaricadores, mas vemos também complacência policial com um cidadão que tenta danificar propriedade alheia, apanhado em flagrante delito.


(um obrigado à RTP de quem todos os direitos são reservados)

A explicação sai com alguma facilidade.
Eu jurei bandeira.

Os agentes da autoridade também.
Nesse juramento dei a minha palavra em defender a Constituição.
Eles também.


Muitos, desde a chefia aos patrulheiros da PSP, abdicam da palavra dada, pura e simplesmente, porque colocam à frente do seu dever e palavra, a sua filiação clubística, que há 40 anos promove o ódio hooligan.

Qualquer agente policial, sabe que o tema bola é uma minudência com demasiada importância na vida social, sua e da restante sociedade.

A PSP do Porto, bem como a Judiciária padecem deste equívoco de identificar o Futebol Clube do Porto com a Cidade do Porto, e mais, com Portugal. Ou melhor, com o Portugal que lhes interessa,o seu, onde os benfiquistas não passam de bobos de corte ou papões centralistas. O portismo de PdC é um racismo que desumaniza o outro.

De relembrar aos caros agentes quer da Administração Interna, quer da Justiça, que são agentes do Estado, e não de regiões, e muito menos de clubes de futebol.

Qualquer complacência com crimes públicos torna a inacção em crime por cumplicidade.

Querem odiar o Sport Lisboa e Benfica, façam-no na vossa vida civil, sob pena de que se não o fizerem, são maus profissionais e uma vergonha para a farda que não merecem envergar.

E se assim, nos agentes, também nos magistrados. Já disse previamente que o futebol e os partidos políticos são os maiores agentes de corrupção da República.

No SLB o senhor António Costa é visto na Luz, é caso de indignação mundial. Nas novas Antas, o autarca da Câmara Municipal do Porto, é não só membro de órgãos sociais, como ainda defende o seu clube de coração, sem qualquer tipo de pudor.

A obediência estrita da Constituição, é exigível, não apenas em relação a outros. A qualquer Benfiquista que incorra em discriminação e limitação de liberdade de outros, deve receber o mesmo tipo de censura e consequências legais.

As claques e as gentes 'organizadas' do futebol, espalham o terror pelas estações de serviço das autoestradas, e custam rios de dinheiro à administração interna, por andar a controlar como se fossem crianças, estas moles de gente que sob qualquer pretexto, incumprem a lei, e a potencial integridade física de outros.

Não há que ter qualquer complacência com agrupamentos de gente unidos para objectivos de limitar a liberdade de outros. 
(Rtp - todos os direitos reservados)

O senhor Subcomissário Filipe Silva, autor da obra de arte acima visionável, é apenas mais uma expressão deste clima criminoso, de ódio, de tensão, que as autoridades permitem no frutabol, com a sua inacção e parcialidade.
Desconheço se o senhor Subcomissário ainda faz parte do corpo da PSP, mas claramente revela que não tem perfil psicológico e profissional para tal.
Talvez a sua acção não tenha sido motivada por questões clubísticas. Se o fosse, e o adepto espancado fosse de outro clube qualquer, mereceria exactamente o mesmo tipo de censura. A integridade física e psicológica do cidadão, não obedece a variáveis de filiação clubística.
(cortesia CM)




Porque se continuam a repetir estes episódios de ódio, crime, atavismo?
Por causa da tal corrupção das instituições e dos agentes das mesmas, mas também por inacção dos corpos sociais do Sport Lisboa e Benfica.

Devo clarificar o senhor Rui Costa que tem um direito para com sócios E adeptos do CLUBE.
Se não os defende, é um banana conivente.

A abundância de covardia pessoal não se coaduna com o cargo de co defensor, do Benfiquismo.

De uma vez por todas, ponham os comunicados no sítio que vos aprouver e entrem de frente à ilegalidade e discriminação que os Benfiquistas têm vindo a sofrer de há anos.

Rui, perdeste tempo a 'inovar' explicando as contratações e não perdes tempo a anunciar medidas que visem limitar o opróbio das acções contra os BENFIQUISTAS?

Mas pensas que as pessoas só são do Benfica por causa de ter nomes sonantes no plantel? Que merda de ideia tens tu dos Benfiquistas?

Não era já tempo de o Benfica tomar a iniciativa e exigir uma lei espartana no que concerne a claques e violência no desporto? Ou vamos só exigir comportamentos dignos aos jogadores? O ela mais fácil para exigir o quer que seja?

Não bastam as mortes causadas já em jogos de futebol, sim refiro-me também ao caso do very light, mas não esqueço o do varandim de Alvalade, dos esfaqueamentos em Guimarães, do ultra italiano que veio para a Luz envolver-se com outros delinquentes.

Não esqueço o caso do adepto assassinado em frente ao Dragão, e que rapidamente foi branqueado como nada tendo que ver com o Futebol Clube do Porto, sendo remetido para um mero episódio entre indivíduos, apesar de pertencerem todos à mesma claque. A exemplo do caso do Apito Dourado, que começou como processo de corrupção ao mais alto nível, para ter terminado em mero lenocínio.

Não acham que já chega desta merda? 
E que para acabar, a Justiça tem mesmo de ser cega? E não parecer cega?





Os criminosos que gerem de facto o futebol em Portugal, incentivam o ódio, porque é o ódio que vende.
Sem ódio, o futebol era apenas mais um desporto.
A ideia já foi repetida, para ser lucrativo, o futebol tem de mover emoções, boas ou más, não interessa.



Os dirigentes promovem esta cultura, os directores de comunicação promovem esta cultura, os adeptos promovem esta cultura.

Há uma responsabilidade para com as autoridades portuguesas, em meter mão nisto.

Mas há também responsabilidade do SLB em fazer-se respeitar e defender os seus adeptos.

Rui, o quer que seja que te prende o rabo, não justifica os comunicados e newsletters da treta.
É inadmissível arriscares por omissão, a vida de benfiquistas.

A polarização cresce, e eventualmente o sentimento de injustiça fará com que o adepto comum responda com as suas mãos e não com a confiança na lei que deveria ter.

Com posições covardes, fazes parte do problema e não da solução.


Urge encarares a coisa de frente. Paz podre não é paz.


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Continuamos a ser gozados por este país fora, sai mais um comunicado.



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O que é que Mordor sabe ou tem sobre Rui Costa, que impede este último de tomar algum tipo de acção digna desse nome, em nome do BENFICA?

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